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sexta-feira, 30 de maio de 2014

Filosofia Educação e Política




          Educação e Política
      A Educação, direitos de todos e dever do Estado e da família, será promovida e incentivada com a colaboração da sociedade, visando ao pleno desenvolvimento da pessoa, seu preparo para o exercício da cidadania e sua qualificação para o trabalho.
Chama-se educação o processo pelo qual uma pessoa é estimulada para desenvolver suas capacidades cognitivas e físicas para poder se integrar plenamente na sociedade que a rodeia.

Teorias Educacionais
No que diz respeito à questão da marginalidade, as teorias educacionais podem ser classificadas em dois grupos. O primeiro, temos aquelas teorias que entendem ser a educação um instrumento de equalização social, a Pedagogia Tradicional, Pedagogia Nova e Tecnicista, para a superação da marginalidade. 
No livro Educação e Política, Freire se refere à teoria como um princípio de inserção do homem na realidade como ser que existe nela, e existindo promove a sua própria concepção da vida social e política. Para confirmar esta teoria que implica uma inserção na realidade, num contato analítico com o existente, para comprová-lo, para vivê-lo e vivê-lo plenamente democraticamente. Reflexão político-pedagógica. É esta nota que, de certa maneira, os unifica ou lhes dá equilíbrio enquanto conjunto de textos.
Com efeito, ao enfatizar o caráter contemplativo da teoria, Paulo Freire garante a inserção do homem na realidade. Ele deixa claro que teoria é sempre a reflexão que se faz do contexto concreto, isto é, deve-se partir sempre de experiências do homem com a realidade na qual está inserido, cumprindo também a função de analisar e refletir essa realidade, no sentido de apropriar-se de um caráter crítico sobre ela. Esse caráter de transformação tem uma razão de ser, pois provém antes de tudo, da sua vivência pessoal e íntima numa realidade contrastante e opressora, influenciando fortemente todas as suas idéias.
         Compreende-se então, que teoria para Freire não será identificada se não houver um caráter transformador, pois só assim estará cumprindo sua função de reflexão sobre a realidade concreta. Por outro lado, é também elucidativa a visão que Paulo Freire dá em relação à prática. A definição de prática está baseada inicialmente na dialética hegeliana da relação entre "consciência servil" e "consciência do senhor", ampliada para a conceituação de práxis colocada por Marx, referindo-se à relação subjetividade-objetividade. Para tanto, Freire diz que é necessário não só conhecer o mundo, é preciso transformá-lo. Isto é significativo, visto que conhecer não é um ato passivo do homem frente ao mundo, é antes de tudo conscientização que envolve a intercomunicação, e a intersubjetividade, que pressupõe a educação dos homens entre si mediatizados pelo mundo, tanto da natureza como da cultura. Então sem a luta política, que é a luta pelo poder, essas condições necessárias não se criam, a prática não pode ater-se à leitura descontextualizada do mundo, ao contrário, vincula o homem nessa busca consciente de ser, estar e agir no mundo num processo que se faz único e dinâmico, melhor dizendo, é apropriar-se da prática dando sentido à teori



             Política e Democracia                                                   

            A prática política que se funda na compreensão mecanicista da História, redutora do futuro a algo inexorável, “castra” as mulheres e os homens na sua capacidade de decidir, de optar, mas não tem força suficiente para mudar a natureza da História. Significa assim, uma relação que se dá na contradição, ou seja, expressa um movimento de interdependência em que uma não existe sem a outra. Como processo de conhecimento, formação política, manifestação ética, procura da boniteza, capacitação científica e técnica, a educação é prática indispensável aos seres humanos e deles específica na História como movimento, como luta. Do homem com o mundo e do homem com os homens, desafiando e respondendo ao desafio, alterando e criando que não permite a imobilidade, a não ser em termos de relativa preponderância, nem das sociedades nem das culturas. E, na medida em que cria, recria e decide, vão se conformando as épocas históricas. Na afirmação acima está a base para entender teoria e prática na ação pedagógica, dão primeiro e antes de tudo na relação homem-mundo.
          

A importância do PowerPointe



Como melhorar uma apresentação em PowerPoint
   Quando pensamos em montar o trabalho sobre apresentação em Power point, as primeiras observações feitas foram? Quais os parâmetros que o palestrante usou para montar sua apresentação? E principalmente: O que me agrada ou desagrada nessas apresentações na posição de ouvinte?
    A partir disso elaboramos o que, em nossa opinião, pode facilitar na montagem nesse recurso de informação.
    1-    Planejamento
  A)   Esquematizar: Qual o assunto trabalhado? Pesquisar o máximo possível sobre o assunto.
B)   O que vou colocar? Usar somente o que é relevante para passar as informações desejadas
C)   Como colocar? Nesse caso levar em consideração toda a estrutura e aparência dos slides.

Após “visualizar” o trabalho pronto O que foi planejado começará a ser montado.

2-    Desenvolvimento e Organização
A)   Usar textos curtos. (usar mensagens e informações de forma direta para não perder a atenção dos ouvintes. Quanto maior o texto, maior o risco de a plateia preferir ler a ouvir).
B)   Gráfico e imagens com moderação ( efeitos visuais em excesso confundem o público e os faz observar as imagens)
C)   Reduzir o número de animações. (Apesar de bonitas, em excesso pode atrapalhar no entendimento do trabalho, ou seja, o conteúdo e o contexto da palestra em questão devem também ser levados em conta).
D)   Empregue cores contrastantes. (Um contraste forte entre palavras, imagens e o fundo pode ser bastante eficaz na transmissão de mensagens e emoções).
E)   Usar fontes adequadas. ( fontes no tamanho adequado para visualização e nas cores que facilitam a leitura)


3-    Observações finais (O que fazer durante a apresentação?)
A-   Simplificar (Observe novamente os slides)
B-   Usar poucos slides (Na verdade os slides só servem de apoio as observações do palestrante já que o público veio para ouvi-lo e não para fitar imagens projetadas em uma tela)
C-      Fazer observações no tempo certo. (Outra armadilha potencial são os comentários do apresentador que coincidem precisamente com a apresentação de um novo slide Isso só divide a atenção do público, o melhor a fazer é mostrar e depois explicar).
D-     Fazer pausas (Isso não só permite um descanso visual, como também é eficaz para concentrar a atenção em trocas mais orais, como uma discussão em grupo ou sessão de perguntas e respostas). 

E-      Distribuir folders e/ou apostilas no final (Pois nenhum orador quer falar para um público que está entretido lendo o resumo de seus comentários, a menos que o acompanhamento da apostila seja essencial para a apresentação, aguarde o término para distribuir o material). 

quinta-feira, 22 de maio de 2014

Pedagogia e o Desenvolvimento.

COMISSÃO DE FORMATURA DO CURSO DE PEDAGOGIA: UNIDOS POR UM SONHO CADA ...



      ``Ninguém ignora tudo. Ninguém sabe tudo. Todos nós sabemos alguma coisa. Todos nós ignoramos alguma coisa. Por isso aprendemos sempre.``

                                              Paulo Freire



          
            Para Freire o educador ao ensinar aprende, havendo uma transferência de conhecimento entre educador e educando.Em sua obra Pedagogia da Autonomia, Freire critica o ensino “bancário”, pois acha que a criatividade do aluno e professor são deformadas. Defende que o professor deve não apenas transmitir conteúdos, mas também ensinar a “pensar certo”, a criticar o que ler, a pesquisar, a ser curioso e acima de tudo respeitar os saberes do aluno.
Segundo Freire todo educador deve acreditar que é possível ocorrer mudanças. Todos devem participar da história, da cultura e da política. Ninguém deve ficar neutro, nem estudar por estudar. Todos devemos fazer perguntas, não podemos ficar alheios. “Ser rebeldes e não resignados”.
“É a partir deste saber fundamental: mudar é difícil mas é possível, que vamos programar nossa ação político-partidária, não importa se o projeto com o qual nos comprometemos é de alfabetização de adultos ou de crianças, se de ação sanitária, se evangelização, se de formação de mão-de-obra técnica.” (Paulo Freire, Pedagogia da Autonomia)